sábado, 23 de maio de 2020

Além de frustar oposição, vídeo pode render frutos a Bolsonaro, avalia políticos e magistrados
​O vídeo da reunião de Jair Bolsonaro frustrou uma parte da oposição a ele, que esperava assistir a cenas piores do que as que foram mostradas na filmagem.



Políticos e magistrados críticos do presidente acreditam que o vídeo pode até render frutos a Bolsonaro, do ponto de vista popular, apesar dos palavrões –em especial quando ele levanta bandeiras caras ao bolsonarismo, como a do armamento.


Magistrados do STF (Supremo Tribunal Federal) também opinavam, num primeiro momento, que o vídeo não deve impulsionar as investigações contra Bolsonaro deflagradas com as acusações de Sergio Moro.​


Retirado de: Coluna Mônica Bergamo
“Quem não aceitar as minhas bandeiras como família, Deus, Brasil, Armamento, livre mercado, liberdade de expressão, está no governo errado”, afirma Bolsonaro em vídeo de reunião
O presidente Jair Bolsonaro defendeu em reunião ministerial que o povo se armasse para evitar uma ditadura. O volume autorizado, que era de 200 cartuchos por ano, passou a ser de até 300 unidades por mês, a depender do calibre do armamento.



O conteúdo da reunião ministerial foi divulgado nesta sexta-feira por decisão do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). O vídeo faz parte do inquérito que apura se o presidente Jair Bolsonaro interferiu na Polícia Federal, como acusa o ex-ministro Sergio Moro.

– O que esses filha de uma égua quer, ô (Abraham) Weintraub, é a nossa liberdade. Olha, eu tô, como é fácil impor uma ditadura no Brasil. Como é fácil. O povo tá dentro de casa. Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui! Que é fácil impor uma ditadura! Facílimo! Um bosta de um prefeito faz um bosta de um decreto, algema, e deixa todo mundo dentro de casa. Se tivesse armado, ia pra rua. E se eu fosse ditador, né? Eu queria desarmar a população, como todos fizeram no passado quando queriam, antes de impor a sua respectiva ditadura. Aí, que é a demonstração nossa, eu peço ao Fernando e ao Moro que, por favor, assine essa portaria hoj e que eu quero dar um puta de um recado pra esses bosta! Por que que eu tô armando o povo? Porque eu não quero uma ditadura! E não da pra segurar mais! Não é? Não dá pra segurar mais –, disse Bolsonaro, segundo a transcrição do vídeo feita por peritos da PF.


A portaria foi publicada no dia seguinte, com a assinatura do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e do então titular da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Na sequência do encontro, Bolsonaro disse que os ministros que não apoiam a defesa da família e do armamento, entre outros pontos, estão no “governo errado”.

— Quem não aceitar a minha, as minhas bandeiras, como a família, Deus, Brasil, armamento, liberdade de expressão, livre mercado, está no governo errado. Esperem pra vinte e dois, né? O seu Álvaro Dias. Espere o Alckmin. Espere o Haddad. Ou talvez o Lula, né? E vai ser feliz com eles, pô! No meu governo tá errado! É escancarar a questão do armamento aqui. Eu quero todo mundo armado! Que povo armado jamais será escravizado. E que cada um faça, exerça o teu papel. Se exponha. Aqui eu já falei: perde o ministério quem for elogiado pela folha ou pelo globo! Pelo antagonista! Né? Então tem certos blogs aí que só tem notícia boa de ministro. Eu não sei como! O presidente ... leva porrada, mas o ministro é elogiado. A gente vê por aí. "A, o governo tá, o ... o ministério tá indo bem, apesar do presidente.". Vai pra puta que o pariu, porra! Eu que escalei o time, porra”.


Retirado de: https://oglobo.globo.com/brasil/eu-quero-todo-mundo-armado-disse-bolsonaro-em-cobranca-sergio-moro-24441599
‘Povo armado jamais será escravizado’, diz Bolsonaro em vídeo de reunião
Segundo o presidente Jair Bolsonaro, é muito fácil “fazer uma ditadura no Brasil”. “Se eu fosse ditador, eu estaria desarmado a população como foi feito anteriormente. Eu quero todo mundo armado. O povo armado jamais será escravizado”, afirmou o presidente em reunião ministerial do dia 22 de abril, enquanto cobrava uma portaria do então ministro da Justiça, Sergio Moro, para facilitar o acesso a armas. .



Logo depois, ele manda um recado aos ministros presentes: “Quem não aceitar as minhas bandeiras como a família, Deus, Brasil, Armamento, livre mercado, liberdade de expressão, está no governo errado”, afirma.


Em outro trecho, o presidente se refere aos prefeitos que ganharam autonomia para tomar decisões sobre o combate à pandemia como “bosta”. O mesmo termo foi direcionado ao governador de São Paulo, João Dória (PSDB), e como “estrume” o chefe do Executivo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).

A reunião teve sua divulgação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Melo, nesta sexta-feira (22).


Retirado de: https://www.emaisgoias.com.br/bolsonaro-eu-quero-todo-mundo-armado-o-povo-armado-jamais-sera-escravizado/

terça-feira, 19 de maio de 2020

França: Novo decreto autoriza o uso mais amplo de hidroxicloroquina, inclusive em pacientes ambulatoriais
Os tratamentos à base de hidroxicloroquina podem agora ser mais amplamente acessados ​​na França, não apenas para pacientes hospitalizados, mas também para pacientes ambulatoriais.



O governo francês acaba de emitir um decreto – nº 2020-545, de 11 de maio de 2020 – prescrevendo as medidas gerais necessárias para lidar com a epidemia de coronavírus chinês no contexto da emergência sanitária.

Além de autorizar o uso da hidroxicloroquina – inclusive para pacientes ambulatoriais – e o uso da combinação lopinavir / ritonavir, o decreto abrange uma série de elementos relacionados, em particular, a transportes, reuniões, ajuntamentos, atividades, estabelecimentos públicos, escolas, puericultura, controle de preços e requisições.

Fornecimento de medicamentos

O capítulo 7 contém disposições relativas ao fornecimento dos medicamentos para o tratamento de covid-19.


“A hidroxicloroquina e a combinação lopinavir / ritonavir podem ser prescritas, dispensadas e administradas sob a responsabilidade de um médico para pacientes afetados pela covid-19, nos estabelecimentos de saúde que se encarregam deles, bem como para a continuação do tratamento se a sua condição permitir e com a autorização do prescritor inicial, em casa.”

No entanto, os clínicos gerais continuam a não ser autorizados a fazer a prescrição inicial.

O medicamento PLAQUENIL © e preparações à base de hidroxicloroquina “só podem ser dispensadas em farmácias como parte de uma receita inicial exclusivamente de especialistas em reumatologia, medicina interna, dermatologia, nefrologia, neurologia ou pediatria ou como parte de uma renovação de qualquer médico.”


O artigo 17 diz:

Em derrogação ao artigo L. 5121-8 do código de saúde pública, a hidroxicloroquina e a combinação lopinavir / ritonavir podem ser prescritas, dispensadas e administradas sob a responsabilidade de um médico para pacientes afetados pela covid-19 , nos estabelecimentos de saúde que se encarregam deles, bem como, pela continuação do tratamento, se o estado permitir e mediante autorização do prescritor inicial, em casa. Essas prescrições entram em jogo, após uma decisão colegiada, em conformidade com as recomendações do Conselho Superior de Saúde Pública e, em particular, a indicação para pacientes que sofrem de pneumonia que exige oxigênio ou por falha de órgãos.

Os medicamentos mencionados no primeiro parágrafo são fornecidos, comprados, usados ​​e pagos pelos estabelecimentos de saúde, de acordo com o artigo L. 5123-2 do código de saúde pública.

São vendidos ao público e no varejo pelas farmácias para uso interno, autorizados e apoiados de acordo com o disposto no segundo parágrafo do artigo L. 162-17 do código de seguridade social. Se aplicável, essas dispensas geram reembolso ou apoio nesse contexto, sem a participação do segurado, de acordo com o disposto no artigo R. 160-8 do mesmo código. A Agência Nacional para a Segurança de Medicamentos e Produtos de Saúde é responsável, por esses medicamentos, por estabelecer um protocolo de uso terapêutico para a atenção dos profissionais de saúde e por estabelecer as modalidades de informação adaptadas à atenção dos pacientes.



A coleta de informações sobre efeitos indesejáveis ​​e sua transmissão ao centro regional de farmacovigilância com jurisdição territorial é assegurada pelo profissional de saúde, encarregado do paciente no âmbito das disposições regulamentares em vigor para medicamentos que beneficiam de uma autorização de introdução no mercado.

A especialidade farmacêutica PLAQUENIL ©, em conformidade com as indicações da sua autorização de introdução no mercado, e os preparados à base de hidroxicloroquina só podem ser dispensados ​​em farmácias como parte de uma receita inicial exclusivamente de prescrição médica de especialistas em reumatologia, medicina interna, dermatologia, nefrologia, neurologia ou pediatria ou no contexto de um refil de prescrição de qualquer médico nas farmácias para uso interno, é proibida a exportação, por atacadistas-distribuidores, de especialidades que contenham a combinação lopinavir / ritonavir ou hidroxicloroquina. Estas disposições não se aplicam ao fornecimento de comunidades abrangidas pelos artigos 73 e 74 da Constituição e da Nova Caledônia.

Para os fins deste artigo, os hospitais das forças armadas, a Instituição Nacional para Deficientes e estruturas médicas operacionais sob a autoridade do Ministro da Defesa, implantados no âmbito do estado de emergência médica, são considerados estabelecimentos de saúde.

Com informações, Covexit.



Retirado de: https://conexaopolitica.com.br/ultimas/franca-novo-decreto-autoriza-o-uso-mais-amplo-de-hidroxicloroquina-inclusive-em-pacientes-ambulatoriais/
OMS não tem provas de contágio por coronavírus através de objetos
Entidade continua sem provas de que a infecção por coronavírus pode acontecer através de superfícies contaminadas.



Não há provas que permitam concluir que a infeção pelo novo coronavírus aconteça através do contato com superfícies contaminadas.

A informação consta do último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, a recomendação de desinfeção das superfícies e objetos “sempre que seja possível” ainda continua.

No início da pandemia, alguns estudos apontarem para a sobrevivência do vírus em algumas superfícies por até 72 horas, o que justificava a necessidade de desinfecção constante das superfícies ou das mãos logo após tocar superfícies como teclados, maçanetas de portas ou outros.


A OMS destacou que estes estudos sobre a sobrevivência do coronavírus nas superfícies foram realizados em laboratório “longe das condições do mundo real”.

Em um documento, segundo o site português Observador, a OMS declarou:

“A doença Covid-19 transmite-se principalmente através de um contacto físico próximo ou por gotículas.”

E acrescentou:

“No momento da publicação deste relatório não foi possível retirar conclusões sobre o contacto com uma superfície e o contágio da doença, segundo os estudos disponíveis.”


Retirado de: https://renovamidia.com.br/oms-nao-tem-provas-de-contagio-por-coronavirus-atraves-de-objetos/

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Saúde: Respiradores e EPIs eram responsabilidade de estados e municípios
O Ministério da Saúde divulgou hoje um balanço de repasses feitos pelo governo federal à pasta para auxiliar no combate ao novo coronavírus. A pasta também afirmou que aquisições de respiradores e EPIs (equipamentos de proteção individual) eram de responsabilidade de estados e municípios.



O secretário-executivo adjunto do Ministério da Saúde, Élcio Franco, mencionou as tratativas da pasta para adquirir respiradores e reforçar as estruturas locais e apresentou entregas feitas a alguns dos estados mais afetados pelo novo coronavírus, como São Paulo e Ceará.

"É uma demanda extra ao ministério, que não tinha a expertise para aquisição de respiradores e EPIs, uma vez que era uma tarefa atribuída a estados e municípios. Estamos apenas reforçando, ajudando, os estados e municípios no enfrentamento à covid", declarou o secretário em entrevista coletiva concedida no Palácio do Planalto.

"Pela estrutura tripartite, caberia aos estados e municípios equipar os seus hospitais", acrescentou Franco.


Divulgação de repasses

O secretário anunciou que R$ 37,9 bilhões foram repassados pelo governo federal à pasta, sendo R$ 5,3 bilhões exclusivos para o combate à covid-19.

Os repasses foram divulgados um dia após o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM) criticar a atuação da pasta, o ministério também endossou o trabalho interno realizado pelos servidores.


Em entrevista à Folha, Mandetta afirmou que o último mês dentro da pasta foi "perdido, sem nenhuma ação positiva por parte do ministério". Ele se referia à saída de seu sucessor no cargo, Nelson Teich, após menos de um mês como ministro da Saúde.

Franco, por sua vez, endossou o trabalho realizado pelos servidores da pasta.

"São trabalhos que vêm sendo feitos diuturnamente há várias semanas. Temos pessoal trabalhando de segunda a segunda, presencialmente, em reuniões ou em home office", declarou o secretário.


Retirado de: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/05/18/saude-respiradores-e-epis-sao-de-responsabilidade-de-estados-e-municipios.htm
Governo Federal zera impostos sobre medicamentos em teste para Covid-19
Mais 118 produtos utilizados no combate à pandemia da Covid-19 no Brasil tiveram o Imposto de Importação reduzido a zero por decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão interministerial presidido pelo Ministério da Economia. A medida, aprovada em reunião virtual do Comitê Executivo de Gestão da Camex (Gecex), inclui mais de 80 medicamentos utilizados no tratamento de pacientes hospitalizados e no combate direto ao coronavírus, atendendo a demanda do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde e parâmetros da Organização Mundial da Saúde (OMS).



A Resolução Nº 44/2020 do Gecex, que foi publicada nesta segunda-feira (18/5), no Diário Oficial da União, abrange produtos classificados em 55 códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Com a nova lista, chega a 509 o número de produtos que tiveram tarifa de importação reduzida a zero para o combate à pandemia, em um total de sete resoluções do colegiado (Nos. 17, 22, 28, 31, 32, 33, e 44) com esse objetivo.

A relação de itens com tarifa zerada contempla substâncias com um vasto campo de aplicação terapêutica, como a prednisona, indicada para o tratamento de doenças endócrinas, osteomusculares, alérgicas e oftálmicas.


Ações coordenadas

Nos últimos meses, o Governo Federal tem adotado uma série de medidas na área de comércio exterior para garantir o abastecimento de itens essenciais ao enfrentamento da Covid-19 e à redução dos efeitos negativos da pandemia.

Além de abaixar o Imposto de Importação, o Governo Federal tem reduzido a zero o IPI de centenas de produtos essenciais no combate à doença. Atua também na simplificação do despacho aduaneiro de importação, o que garante a manutenção de um fluxo rápido de abastecimento de itens essenciais e evita gargalos nos recintos aduaneiros, ao agilizar a entrega das cargas.


Outras medidas na área de comércio exterior incluem suspensão temporária de direitos antidumping sobre tubos de coleta de sangue e seringas descartáveis, eliminação de licenciamentos na importação de itens imprescindíveis no enfrentamento da pandemia e permissão para a importação de equipamentos usados, desde que indispensáveis em unidades de terapia intensiva, dispensando-os de exigências como a comprovação de inexistência de produção nacional.


Retirado de: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2020/05/18/internas_economia,856063/governo-zera-impostos-sobre-medicamentos-teste-para-covid-19.shtml
Trump diz estar tomando hidroxicloroquina para prevenir covid-19
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que está tomando a droga hidroxicloroquina “há semanas” para se previnir de uma possível contaminação pelo novo coronavírus, de acordo com o site da NBC. O presidente fez a declaração ao ser questionado por jornalistas na Casa Branca.



Ainda não foi compravado que a droga pode ajudar a tratar a covid-19 ou prevenir a contaminação. No entanto, o político republicano tem defendido o uso da droga, assim como o da cloroquina, versão que seria mais tóxica.

“Muitas coisas boas surgiram sobre o hidroxicloroquina. Muitas coisas boas surgiram. Você ficaria surpreso com quantas pessoas estão tomando ”, disse Trump na Casa Branca. “Por acaso tomo, tomo … tomo hidroxicloroquina, agora.”


Em março, as declarações de Trump sobre a cloroquina fizeram explodir as buscas pela droga na internet e levaram a uma corrida às farmácias. Em alguns países, o uso indevido causou intoxicação e mortes.

No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro também tem apelado para o uso de ambas as drogas para o tratamento da covid-19. A ampliação do protocolo de aplicação da cloroquina, para pacientes com sintomas leves, foi um dos motivos que levaram à queda do ministro da Saúde Nelson Teich.


Vacina

Nesta segunda-feira, o presidente americano também se mostrou empolgado com a possibilidade de a empresa Moderna ter desenvolvido uma vacina contra a covid-19.

“Este foi um grande dia em termos de conhecimento terapêutico sobre cura e vacina”, disse.

“Um tremendo progresso foi feito. Alguns grandes anúncios estão por vir e acabam de ser anunciados e o mercado subiu quase 1.000 pontos”, disse Trump em uma mesa-redonda com executivos de restaurantes e líderes do setor na Casa Branca.


Retirado de: https://exame.abril.com.br/mundo/trump-diz-que-esta-tomando-hidroxicloroquina/
Trinta anos depois, Collor pede "perdão" por confisco da poupança
Com atraso de três décadas, Fernando Collor usou o Twitter para pedir “perdão” pelo confisco da poupança, realizado em 1990, pouco depois da posse do então presidente.



“Acreditei que aquelas medidas radicais eram o caminho certo. Infelizmente, errei. Gostaria de pedir perdão a todas aquelas pessoas que foram prejudicadas pelo bloqueio dos ativos”, tuitou Collor.

“Era uma decisão dificílima. Mas resolvi assumir o risco. Sabia que arriscava ali perder a minha popularidade e até mesmo a Presidência, mas eliminar a hiperinflação era o objetivo central do meu governo e também do país. […] Eu e a minha equipe não víamos alternativa viável naquele início de 1990. Quisemos muito acertar. Nosso objetivo sempre foi o bem do Brasil e dos brasileiros.”

Pobre Collor.








Retirado de: https://www.oantagonista.com/brasil/trinta-anos-depois-collor-pede-perdao-por-confisco-da-poupanca/
Bolsas da Europa fecham em alta com otimismo sobre o controle da pandemia
As bolsas da Europa fecharam em alta nesta segunda-feira (18), impulsionadas pelo otimismo em torno da reabertura econômica de alguns dos países europeus mais afetados pela pandemia e de mais Estados americanos.



O índice pan-europeu Stoxx Europe 600 fechou em alta de 4,07%, a 341,59 pontos. O FTSE 100, índice de referência da bolsa de Londres, subiu 4,29%, a 6.048,59 pontos, enquanto o DAX, de Frankfurt, avançou 5,67%, a 11.058,87 pontos, e o CAC 40, de Paris, ganhou 5,16%, a 4.498,34 pontos. Em Milão, o FTSE MIB fechou em alta de 3,26%, a 17.401,45 pontos, e o Ibex 35, de Madri, avançou 4,70%, a 6.779,30 pontos.

Vários estados americanos, incluindo Nova York, além de alguns países europeus severamente atingidos pela covid-19, como Itália e Espanha, reabriram as suas economias.


Conforme as economias saem de meses de isolamento, as ações tendem a subir, disse Paul Chew, pesquisador-chefe da Phillip Securities. As notícias relacionadas ao vírus têm tido maior influência sobre as ações do que os dados econômicos, que indicam o comportamento no passado e "mesmo com dados econômicos melhores, os mercados não devem comemorar".

Além disso, o otimismo em torno de potenciais tratamentos para a covid-19 ajuda a dar suporte às ações. Na última sexta-feira (15), a Sorrento Therapeutics anunciou que desenvolveu um anticorpo contra a covid-19, embora o tratamento ainda precise passar por testes confirmatórios. Hoje, outra companhia, a Moderna, empresa dos Estados Unidos que trabalha para encontrar uma vacina contra o novo coronavírus, disse ter obtido resultados positivos nos primeiros testes em humanos.


Os ganhos no Stoxx 600 foram amplos, com todos os setores anotando ganhos na sessão. Na ponta positiva do índice, as ações das montadoras de automóveis subiram 7,96%, enquanto as ações dos bancos ― o setor de maior peso no índice ― subiram 5,8%.

Além do noticiário positivo em relação à pandemia, a Alemanha e a França fizeram um pronunciamento conjunto no qual pedem a criação de um fundo de recuperação de 500 bilhões de euros (US$ 545 bilhões) para financiar a resposta à pandemia na zona do euro. Ambos os países também propuseram autorizar a Comissão Europeia a financiar alguns dos fundos nos mercados de dívida em nome da União Europeia.


Retirado de: https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/05/18/bolsas-da-europa-fecham-em-alta-com-otimismo-sobre-o-controle-da-pandemia.ghtml
EUA dizem que OMS ‘fracassou’ na gestão da pandemia de coronavírus
O secretário de Saúde dos Estados Unidos, Alex Azar, afirmou nesta segunda-feira (18), durante a assembleia da Organização Mundial de Saúde (OMS), que a entidade “fracassou” na gestão internacional da pandemia da Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.



“A OMS não conseguiu a informação suficiente para atender o mundo, e muitas pessoas morreram”, disse o representante americano no encontro, que está sendo realizado de maneira virtual. “Isso não pode acontecer. A OMS precisa ser muito mais transparente e prestar contas”, completou Azar.

Em abril, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez anúncio do bloqueio do repasse que o governo faz à OMS, sob a alegação de não concordar com a forma como foi gerida a crise provocada pela Covid-19.


Azar garantiu que os EUA, país com mais casos e mortes em decorrência da infecção pelo novo coronavírus, estão sendo bem-sucedidos no desenvolvimento de vacinas, algumas já em fase de testes com humanos. “A forma transparente com que dividimos os resultados beneficiará a todo o mundo”, disse o secretário de Saúde.

Segundo o representante, o governo americano destinou US$ 9 bilhões (R$ 51,6 bilhões) para financiar a resposta contra a pandemia. Além disso, Azar disparou contra a China, sem citar o nome do país, mas garantindo que não houve transparência no país. O secretário também criticou a OMS por não aceitar que Taiwan participasse a assembleia como observador.


Mais cedo, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, assinou comunicado em que condena a exclusão do território chinês, que foi o primeiro a lançar alerta sobre a propagação do novo coronavírus.

“Democracias transparentes, vibrantes e inovadoras, como Taiwan, sempre respondem de forma mais rápida e efetiva às pandemias do que os regimes autoritários”, garantiu o integrante do governo.


Retirado de: Jovempan.com.br
Empresa dos EUA anuncia resultado inicial positivo da vacina do coronavírus
A Moderna, empresa de biotecnologia dos EUA, anunciou nesta segunda-feira(18) que testes preliminares com uma possível vacina para o novo coronavírus tiveram resultados positivos.



Oito pacientes receberam doses pequenas e médias da vacina e desenvolveram níveis de anticorpos semelhantes ou superiores aos encontrados em pacientes já recuperados da doença.

Os resultados sugerem, por hora, que a vacina desencadeia um certo nível de imunidade. Porém o resultado envolve um número pequeno de pacientes. A empresa anunciou que deve realizar novos testes em julho que podem envolver 600 pessoas.

"A fase provisória 1, embora em estágio inicial, demonstra que a vacinação com o mRNA-1273 produz uma resposta imune da mesma magnitude que a provocada por infecção natural", disse Tal Zaks, diretor médico da Moderna, em comunicado.


A companhia afirmou que a vacina "tem potencial para prevenir a covid-19".

O estudo clínico é realizado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, onde o governo investiu US$ 500 milhões de dólares para essa potencial vacina.

Em entrevista ao jornal The Washington Posta, Stephane Bancel, executivo-chefe da Moderna, disse que a empresa está contente pela "vacina ser segura".


"A peça que foi realmente emocionante e a grande questão, é claro, foi que você pode encontrar anticorpos em pessoas em quantidades suficientes" para evitar doenças, completou.

A vacinação contra o coronavírus é uma prioridade global para acabar com a pandemia que deixou mais de 315.270 mortes em todo o mundo e pelo menos 4,7 milhões de casos confirmados.

Na sexta-feira passada, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse esperar ter uma vacina contra o coronavírus até o final do ano.


Retirado de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/05/18/testes-vacina-coronavirus.htm
Países podem controlar o coronavírus sem impor bloqueios, sugere novo estudo em Jerusalém
Uma equipe de especialistas em negócios e doenças infecciosas da Universidade Hebraica de Jerusalém (HU) divulgou um novo estudo(íntegra aqui), concluindo que Israel e outros países poderiam ter controlado a epidemia de coronavírus sem impor bloqueios.



O Prof. David Gershon e o Prof. Alexander Lipton, da Escola de Negócios de Jerusalém da Universidade Hebraica, e o Prof. Hagai Levine, da Escola de Saúde Pública da Universidade Hebraica, um dos principais epidemiologistas de doenças infecciosas e médico de saúde pública, desenvolveram um modelo baseado em evidências reais e dados da vida útil da pandemia do coronavírus para determinar se os países realmente precisam dos bloqueios.

“Analisamos uma abordagem para gerenciar a pandemia de covid-19 sem ‘desligar’ a economia e permanecer dentro da capacidade do sistema de saúde. Baseamos nossa análise em um modelo epidemiológico heterogêneo detalhado, que leva em consideração diferentes grupos populacionais e fases da doença, incluindo incubação, período de infecção, hospitalização e tratamento na unidade de terapia intensiva (UTI). Modelamos a capacidade de assistência médica como o número total de leitos hospitalares e de UTI para todo o país”, dizem os pesquisadores no estudo.


Com base em seu modelo, eles determinaram que, se um país tomar medidas precocemente como de higiene, distanciamento social, período de quarentena de 14 dias e testes para qualquer pessoa com sintomas, poderia evitar bloqueios durante toda a pandemia, desde que o número de leitos de UTIs por milhão esteja acima do limite de cerca de 100. Quanto mais leitos hospitalares tiver na UTI de um país, menor a probabilidade de seu sistema de saúde ficar sobrecarregado e exigir um bloqueio.

Nos caso de países em que o número total de leitos de UTIs é inferior a limiar, os resultados dos cenários de quarentena total e parcial são quase idênticos, tornando desnecessário “desligar” toda a economia. Basta um período limitado de quarentena para grupos específicos de alto risco da população, enquanto o restante da economia pode permanecer operacional, segundo o estudo.

Os pesquisadores explicam no estudo que as pandemias atacam apenas uma porção muito específica de uma certa população. Os governos devem se concentrar em proteger aqueles de alto risco, enquanto os de baixo risco podem continuar trabalhando e manter a economia funcionando.


Em teoria, as autoridades podem deter uma epidemia colocando em quarentena toda a população por um período prolongado, desde que essa quarentena seja tecnicamente viável. No entanto, o preço econômico e social dessa quarentena é alto demais, sem mencionar sua natureza decisivamente medieval, dizem os pesquisadores.

Quando eles testaram o modelo em Israel, descobriram que, mesmo no pior cenário, o número de leitos de UTIs necessários para todo o país não excederia os 600. Antes do início do surto, havia pelo menos 2.000 leitos. Portanto, a política de bloqueio era desnecessária e poderia ter sido substituída por boas práticas de higiene, distanciamento social de membros de alto risco da população e testes, e quarentena daqueles que apresentam sintomas, afirma a equipe do estudo.

Além disso, com base na taxa de infecção que Israel tinha antes do bloqueio, Israel nunca teria chegado a uma situação em que há um sobrecarga do sistema de saúde, de acordo com o estudo.


Segundo os pesquisadores, a taxa de infecção em Israel é muito baixa para sobrecarregar os hospitais do país, porque o nível de preocupação com a doença é alto e a reação natural da população é de cuidadosa a super-cuidadosa quando se trata de pessoas que estão no grupo de alto risco.

Os pesquisadores apontam no estudo para países como Suécia, Cingapura, Taiwan e Coreia do Sul, que nunca tiveram lockdowns. Em vez disso, eles implementaram políticas de higiene precoce para garantir que os mais vulneráveis fossem protegidos. Os sistemas de saúde desses países nunca estiveram sobrecarregados, embora o número de leitos de UTI por população fosse menor que o de Israel.

Os países que impõem um bloqueio pagam um alto custo financeiro e social, de acordo com os pesquisadores. Israel, por exemplo, implementou um bloqueio rigoroso no país, e a taxa de desemprego passou de 4% para mais de 26% em questão de semanas, provocando protestos dos empresários.

O governo israelense está agora lentamente começando a diminuir as restrições, depois que o Ministério das Finanças alertou que a economia não se recuperaria do impacto econômico que o bloqueio está causando no país.


Em vez de bloqueios, os pesquisadores acreditam que os governos deveriam solicitar à população que se comporte de maneira responsável e mantenha todas as medidas de higiene.

Segundo os pesquisadores Gershon, Lipton e Levine, os bloqueios têm consequências mortais e as pessoas podem morrer por causa da ruína financeira e econômica que são desencadeadas.

Por causa dos bloqueios, serão vistas em muitas áreas não previstas as consequências, como por exemplo, um aumento na violência doméstica, abuso de drogas, crimes e suicídios.

Em abril, a mídia israelense informou que um comerciante de tradição no famoso mercado Mahane Yehuda de Jerusalém cometeu suicídio devido às dificuldades financeiras causadas pelas medidas de bloqueio.

A equipe de pesquisadores da HU planeja levar seus estudos mais longe e analisar quantas vítimas o bloqueio deixará.

O estudo publicado não pode mudar o passado, mas é um aviso para o futuro, caso uma segunda onda de coronavírus aconteça novamente.


Retirado de: Blog do BG | Com acréscimo de informações via Conexão Política
Locais que reabriram nos EUA, não apresentam aumento de covid-19
Autoridades norte-americanas ainda não estão vendo aumento nos casos de coronavírus em locais que estão reabrindo, mas ainda é cedo para determinar essa tendência, disse o secretário de Saúde dos Estados Unidos (EUA), Alex Azar, nesse domingo (17).



“Estamos observando que em lugares que estão abrindo, não estamos vendo esse aumento nos casos”, disse Azar no programa State of the Union, da CNN. “Ainda vemos aumento em algumas áreas que estão fechadas”.

Ele afirmou, no entanto, que identificar e relatar novos casos leva tempo. Uma parte crítica da reabertura será a vigilância de sintomas semelhantes aos da gripe na população e outros dados de internações hospitalares, bem como o teste de indivíduos assintomáticos.

“Ainda é cedo”, advertiu Azar em entrevista ao Face the Nation, da CBS. Para ele, os dados levarão algum tempo para chegar de estados que reabriram cedo, como a Geórgia e Flórida.


Quase todos os 50 estados dos EUA começaram a permitir que alguns negócios reabram e os moradores se movam mais livremente, mas apenas 14 cumpriram as diretrizes do governo federal, para suspender medidas destinadas a combater a pandemia, segundo análise da Reuters.

A presidente da Câmara dos Deputados, a democrata Nancy Pelosi, disse ser impossível, sem mais testes, conhecer a trajetória do vírus, que matou quase 90 mil pessoas no país.

“Não temos ideia do tamanho desse desafio para o nosso país, porque ainda não testamos o suficiente”, afirmou Pelosi à CBS.


Lei aprovada pela Câmara dos Deputados na sexta-feira (15) indica as chaves para uma reabertura bem-sucedida: testes, rastreamento e tratamento, disse ela. Os republicanos classificaram o projeto como morto ao chegar ao Senado.

Os EUA ficaram muito atrás da maioria dos outros países em testes de coronavírus, que as autoridades de saúde pública consideram essenciais para evitar novos surtos.

Azar colocou a responsabilidade nos governos locais em lidar com os planos de reabertura, no momento em que norte-americanos confinados começam a se reunir em bares, praias e parques.

“Essas são determinações muito localizadas. Não há uma fórmula única para reabrir, mas precisamos reabrir, porque não se trata de saúde versus economia. É saúde versus saúde”, disse ele.


Retirado de: Agência Brasil

domingo, 17 de maio de 2020

Municípios impedem realização de estudo que testa incidência do novo coronavírus na população
Uma pesquisa nacional que busca traçar um panorama sobre a parcela da população que já foi infectada pelo novo coronavírus está parada em alguns municípios depois de cientistas terem problemas em entrar nas casas das pessoas. O trabalho, liderado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), abrangia 133 cidades, mas em pelo menos 30 os pesquisadores estão com dificuldade de realizar o estudo.



O Epicovid19-BR, considerado o maior estudo populacional sobre coronavírus no Brasil, foi planejado para usar uma metodologia similar à das pesquisas eleitorais para estimar o número real de infectados no Brasil. O trabalho tem apoio e financiamento do Ministério da Saúde, mas, de acordo com nota divulgada neste domingo pela universidade, ele foi inviabilizado em algumas cidades do País.

A instituição relata que entrevistadores do Ibope que aplicavam testes na população foram detidos em alguns municípios. Conforme o Estadão relatou na sexta-feira, 17, isso ocorreu, por exemplo, em São José dos Campos, interior de São Paulo.

A nota informa que os pesquisadores estão parados em cerca de 30 cidades, já que o envio do ofício do Ministério da Saúde comunicando os 133 municípios que participam do projeto chegou pouco tempo antes do início dos trabalhos. "Quando as equipes do Ibope chegaram a alguns lugares na semana passada, a notícia da pesquisa ainda não estava disseminada na população. Seja porque o ofício não foi visto ou porque não houve tempo hábil de fazer uma articulação com as secretarias de saúde", afirma o epidemiologista e reitor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Pedro Hallal, que coordena a iniciativa.


Segundo ele, em cerca de cem municípios as dúvidas foram rapidamente esclarecidas e a pesquisa funcionou bem, caso de Manaus. "Nas outras cidades, as autoridades locais fizeram uma série de confusões", diz.

Hallal conta que um dos municípios onde os pesquisadores estão parados alegou que teste epidemiológico usado na pesquisa não era aprovado pela Anvisa. Mas o material foi enviado e aprovado pelo próprio Ministério da Saúde, ao qual a agência reguladora é vinculada.


Ele também afirma que neste domingo, 17, pesquisadores foram encaminhados a uma delegacia em Criciúma (SC), para prestar esclarecimentos. "Há um prejuízo de recursos públicos. Esses entrevistadores são pessoas que estão trabalhando para sustentar suas famílias e se expondo. Se estivéssemos num lugar racional, as pessoas estariam aplaudindo esses pesquisadores", diz Hallal.

A Epicovid19-BR estava prevista para ser encerrada neste domingo, mas os coordenadores decidiram prolongá-la até terça-feira. No trabalho, a população é testada em casa, por meio de um sorteio aleatório utilizando dados do IBGE. Os profissionais coletam uma amostra de sangue da ponta do dedo do participante.

O estudo começou no Rio Grande do Sul e há pouco mais de um mês o Ministério da Saúde solicitou à universidade que desenhasse o mesmo protocolo de atuação em nível nacional. Em avaliação preliminar, a pesquisa detectou que o número de casos da covid-19 no Rio Grande do Sul é aproximadamente 15 vezes maior do que o número de casos confirmados pelo governo do Estado.


Retirado de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2020/05/17/municipios-impedem-realizacao-de-estudo-que-testa-incidencia-do-novo-coronavirus.htm
Impacto do coronavírus | Em busca de receitas publicitárias, TVs buscam novos meios para gravações
A volta de Ratinho, Celso Portiolli e Danilo Gentili às gravações no SBT atende ao propósito de evitar cortes nas respectivas equipes de produção e incentivar o mercado anunciante a voltar a apostar em uma programação inédita.



Oficialmente, o SBT informa que “o planejamento de retorno das produções leva em conta tão somente as questões de saúde e do mercado publicitário.”


“O SBT vem tomando todos os cuidados de segurança com a saúde, gravando com equipe reduzida.” A emissora informa ainda não houve demissões e nem há estudos para isso, mas, “como muitas empresas, não descarta a redução de jornada e remuneração”, o que ainda está em avaliação pela alta direção.

A Record também começa a avaliar um retorno discreto de suas produções, igualmente com uso de máscaras e equipes reduzidas, como vem ocorrendo no SBT.


Retirado de: https://f5.folha.uol.com.br/colunistas/cristina-padiglione/2020/05/em-busca-de-receita-publicitaria-emissoras-buscam-novos-meios-de-gravar-programas.shtml
Pulverizar desinfetante nas ruas é perigoso e ineficaz, avisa OMS
Pulverizar espaços públicos não é recomendado para eliminar o novo coronavírus por ser perigoso e pouco eficaz, alerta a Organização Mundial da Saúde.



Aplicar desinfetante nas ruas, como se faz em alguns países, não elimina o novo coronavírus e representa um risco à saúde, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em 16 de maio.

"A pulverização ou fumigação de espaços externos, como ruas ou mercados, também não é recomendada para matar o vírus da COVID-19 ou outros patógenos, porque o desinfetante é inativado pela sujeira e pelos detritos e não é viável limpar e remover manualmente toda a matéria orgânica desses espaços", avisou a OMS.

A OMS realça ainda que "ruas e calçadas não são consideradas reservatórios de infecção da COVID-19. Além disso, a pulverização de superfícies porosas, tais como calçadas e passeios não pavimentados, seria ainda menos eficaz".


"Mesmo na ausência de matéria orgânica, é improvável que a pulverização química cubra adequadamente todas as superfícies durante o tempo de contato necessário para inativar os patógenos", aponta a OMS.

A OMS aproveitou a oportunidade para alertar que "pulverizar indivíduos com desinfetantes (em túneis, cabines ou câmeras) não é recomendado em nenhuma circunstância. Isto poderia ser física e psicologicamente prejudicial e não reduziria a capacidade de uma pessoa infectada de espalhar o vírus através de gotículas ou contato".

"Ademais, a pulverização de indivíduos com cloro e outros produtos químicos tóxicos pode causar irritação dos olhos, da pele e broncoespasmos devido à inalação, bem como efeitos gastrointestinais como náuseas e vômitos", alerta a OMS.


Em áreas internas, a aplicação de desinfetantes em superfícies por pulverização ou fumigação também não é recomendada pela OMS.

"Se forem aplicados desinfetantes, isto deve ser feito com um pano ou toalhete embebido em desinfetante", recomenda a OMS.

O vírus em superfícies

O novo coronavírus SARS-CoV-2 pode permanecer em superfícies e objetos, mas ainda não existe informação precisa sobre quanto tempo o vírus poderia manter sua capacidade infecciosa em diferentes superfícies.

Estudos têm mostrado que o vírus pode permanecer por vários dias em diferentes tipos de superfícies. No entanto, essas durações máximas são apenas teóricas, pois foram registradas em condições experimentais, refere a OMS.


Retirado de: https://br.sputniknews.com/sociedade/2020051715591204-pulverizar-desinfetante-nas-ruas-e-perigoso-e-ineficaz-avisa-oms/
Equipes que coletam testes para pesquisa nacional sobre coronavírus são detidas e agredidas em algumas cidades pelo país
Equipes da primeira pesquisa sobre a epidemia de Covid-19 estão sendo detidas pela polícia, impedidas de trabalhar por governos municipais ou agredidas nas ruas.



O estudo pretende testar amostra de 33.250 pessoas em 133 cidades, em todos os estados. O objetivo é estimar quantos brasileiros já foram infectados pelo novo coronavírus, o que auxilia o planejamento do combate à doença e o seu estudo científico.

Em Santarém (PA), segundo os relatos, a polícia levou a equipe da pesquisa para a delegacia e apreendeu os testes para a Covid-19. Secretaria de Segurança Pública do Pará negou que tenha havido prisão ou apreensão no estado.

Ainda segundo os pesquisadores, houve detenções em São Mateus (ES), Imperatriz (MA), Picos (PI), Patos (PB), Natal (RN), Crateús e Serra Talhada (PE), Rio Verde (GO), Cachoeiro do Itapemirim (ES), Caçador (SC) e Barra do Garças (MT), afirmam os coordenadores do trabalho, da Universidade Federal de Pelotas, e o Ibope, que faz o trabalho de campo.


Em vários municípios, o material de testes foi destruído e as equipes do estudo tiveram de abandonar a cidade e desistir da pesquisa. As equipes são detidas para prestar esclarecimentos, são barradas por prefeituras porque não haveria autorização para o trabalho; são atacadas nas ruas porque estariam violando quarentenas ou porque houve boatos de que seriam golpistas ou uma ameaça à saúde, segundo relatos dos coordenadores e executores da pesquisa.

Segundo o Ibope e também segundo os pesquisadores da Ufpel, eles devem ter perdido uns 800 testes, apreendidos, abertos, detonados

A pesquisa é financiada pelo Ministério da Saúde e foi aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa.

Em Mossoró (RN), os entrevistadores relatam que foram agredidos na rua, acusados de violar a quarentena; em Crateús (CE), as autoridades disseram que não poderiam garantir a segurança do pessoal da pesquisa.


Os pesquisadores ainda esperam autorização de 42 prefeituras para continuar o trabalho, entre elas capitais de estado, dizem os coordenadores do estudo e o Ibope. Em cidades como Governador Valadares (MG) não houve detenção, mas o material da pesquisa foi apreendido. Em Rondonópolis (MT), os entrevistadores estão presos no hotel, esperando liberação municipal.

Segundo os pesquisadores da Ufpel, o Ministério da Saúde enviou ofício aos governos locais a respeito da realização da pesquisa. “Aparentemente, tais comunicados não chegaram a prefeituras ou Vigilâncias Sanitárias, diz Márcia Cavallari, diretora-geral do Ibope Inteligência.

O levantamento começou na quinta-feira (14). Pesquisa semelhante tem sido feita a cada 15 dias no Rio Grande do Sul, faz quase dois meses. Segundo Cavallari, esta primeira de três rodadas quinzenais da pesquisa não deve atingir 33.250 amostras, pois testes foram destruídos nas detenções —o resultado deve ficar entre 25 mil e 30 mil testes.


O estudo parece uma pesquisa de opinião, eleitoral, por exemplo. Mas, em vez de contar suas preferências para o entrevistador, a pessoa sorteada pela pesquisa dá uma amostra de sangue da ponta do dedo, coletada em sua casa. Com o teste de uma parcela da população, é possível estimar quantos foram infectados no país inteiro.

Com dados mais precisos a respeito da epidemia, será possível fazer projeções do avanço da epidemia, descobrir as regiões mais atingidas e planejar as medidas de contenção da Covid-19.

Com os números desse tipo de levantamento e estudos dos epidemiologistas, seria também possível decidir com base em dados científicos a necessidade de isolamentos: de que tipo, onde e até quando devem ser implementados.

No estudo nacional, participam também a Universidade de São Paulo, a Universidade Federal de São Paulo, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a Fundação Getúlio Vargas e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.


Retirado de: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/05/equipes-que-coletam-testes-para-pesquisa-nacional-sobre-coronavirus-sao-detidas-e-agredidas.shtml
Empresa americana anuncia descoberta de anticorpo que bloqueia completamente o coronavírus
Uma empresa farmacêutica norte-americana assegura ter descoberto um anticorpo eficiente para neutralizar a infecção pelo novo coronavírus, sem contudo apresentar o estudo.



O anticorpo, que teria sido descoberto depois de experimentos realizados em células in vitro, alegadamente impede que o vírus invada a célula e funcionaria perfeitamente, adianta a empresa.

Coquetel de anticorpos
A notícia foi avançada pela Fox News e refere que pesquisadores da empresa biofarmacêutica Sorrento Therapeutics, sediada na Califórnia, anunciaram ter descoberto, em colaboração com o Mount Sinai Health System em Nova York, um coquetel de três anticorpos capazes de eliminar o novo coronavírus do corpo humano.

"Queremos enfatizar que existe uma cura. Existe uma solução que funciona a 100%", garantiu Henry Ji, fundador e CEO da Sorrento Terapêutica, citado pela Fox.


Ele salientou que, nesse caso, não haveria necessidade de distanciamento físico e seria possível viver em uma sociedade sem medo.

Esta imagem de microscópio eletrônico sem data, disponibilizada pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA em fevereiro de 2020, mostra o novo coronavírus SARS-CoV-2, amarelo, surgindo da superfície das células, azul/rosa, cultivadas em laboratório

Os cientistas teriam estudado bilhões de anticorpos, dos quais várias centenas foram considerados potencialmente capazes de agir contra o coronavírus e uma dúzia deles podendo mesmo bloquear a capacidade do vírus de se ligar à enzima humana ACE2, que é o receptor que este geralmente usa para se fixar em células humanas.


O anticorpo, batizado de STI-1499, "se envolve em torno do vírus e o expulsa do corpo", prosseguiu Henry Ji, pois quando o anticorpo impede a penetração em uma célula humana, o vírus não consegue sobreviver.

"Se não lograr penetrar na célula, ele não consegue se replicar. Isso significa que, se impedirmos que o vírus invada a célula, ele acaba por desaparecer e o corpo o elimina", afirmou Ji, uma vez mais citado pela Fox News.

Segundo os pesquisadores da empresa, o STI-1499, que deve se tornar o primeiro anticorpo do aludido coquetel, pode fornecer uma inibição total do vírus, devendo o tratamento estar disponível ainda antes do surgimento de uma vacina.

Com esta divulgação, as ações da companhia valorizaram 150% no mesmo dia, informou o portal Seeking Alpha.


Retirado de: https://br.sputniknews.com/sociedade/2020051715590987-empresa-americana-anuncia-descoberta-de-anticorpo-que-bloqueia-completamente-o-coronavirus/
Investigadores não veem até o momento crime de Bolsonaro em apuração sobre possível interferência na PF
Parte dos investigadores que atua no inquérito que apura se o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir na Polícia Federal para obter informações sigilosas avalia que, até o momento, não foram encontradas provas que o incriminem e aponta que a tendência é que o procurador-geral da República, Augusto Aras, peça o arquivamento do caso.



O entendimento desse grupo é o de que, neste momento, as acusações do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro provocam mais estrago político do que jurídico para Bolsonaro.

O Estadão ouviu reservadamente quatro fontes que acompanham os desdobramentos do inquérito, que está sob a relatoria do decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello.

Segundo essas fontes, não ressoa na cúpula da PGR a avaliação de que é "devastador" o vídeo da reunião de Bolsonaro com o primeiro escalão. No encontro, Bolsonaro disse: "Não vou esperar f. minha família toda de sacanagem, ou amigo meu, porque eu não posso trocar alguém da segurança (...) Vai trocar (...) e ponto final. Não estamos aqui para brincadeira."


Indicado ao cargo por Bolsonaro, o procurador-geral da República, a quem cabe apresentar ou não denúncia contra o presidente, vê com cautela o material apresentado até agora ao Supremo, segundo interlocutores.

O procurador recebe briefings diários sobre o andamento do inquérito e tem evitado dar declarações públicas acerca da apuração antes da conclusão das diligências.

Até agora, foram ouvidos Moro, delegados, três ministros generais, uma deputada federal. Além dos depoimentos, o inquérito reúne mensagens de WhatsApp e o vídeo da reunião ministerial.


Aras não quer ser visto como "afobado" como o ex-procurador Rodrigo Janot, que apresentou duas denúncias contra o então presidente Michel Temer.

Um interlocutor do atual chefe do Ministério Público Federal traça um paralelo das acusações de Moro contra Bolsonaro com a delação premiada do empresário Joesley Batista, que gravou uma conversa reservada com Temer à noite no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente. "Tem que manter isso, viu?", disse Temer a Joesley, o que foi interpretado por Janot como a compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha.

Depois que Temer deixou o Executivo, a Justiça Federal do Distrito Federal arquivou a denúncia, por concluir que a fala do emedebista se tratava de "bravata". Para esse interlocutor de Aras, se o diálogo - que provocou um terremoto político no País - não levou à condenação de Temer, não será uma reunião ministerial em pleno Palácio do Planalto com cerca de 40 auxiliares que vai incriminar Bolsonaro.


"Moro é um poço de mágoas", disse reservadamente um integrante da cúpula da PGR, ao avaliar que o caso tem muita "pirotecnia" para pouca substância.

Outro ponto destacado é que Moro, em depoimento, disse várias vezes não ter acusado Bolsonaro de cometer crimes. Segundo o ex-ministro, quem falou em crime foi Aras.

Logo após Moro sair do governo e lançar uma série de acusações contra o presidente, Aras pediu ao Supremo a apuração dos crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra. Tanto Bolsonaro quanto o próprio Moro são alvos da investigação.


Quem conhece o ex-ministro afirma que ele tem ciência de que suas acusações não tinham aspecto criminal, mas um poder de fazer estragos políticos. Crime seria, observam os investigadores que têm essa visão do caso, se Moro tivesse afirmado que Bolsonaro exigiu acesso a um determinado inquérito sigiloso sob pena de demiti-lo, o que ele disse, em juízo, "nunca" ter ocorrido. No depoimento, o ex-juiz afirmou que caberia a Bolsonaro esclarecer a razão das pressões pelas trocas na PF.

Aras vem sofrendo pressão interna no MPF para ter uma atuação mais firme no sentido de frear os excessos cometidos pelo chefe do Executivo. Seus pares o acusam de fazer vista grossa para o comportamento de Bolsonaro e tentar se cacifar para uma vaga no STF.

Em parecer encaminhado ao Supremo na noite de quinta-feira, Aras se posicionou contra a divulgação total do vídeo da reunião. Segundo o procurador-geral da República, tornar público todo o material "o converteria em arsenal de uso político, pré-eleitoral, de instabilidade pública e de proliferação de querelas e de pretexto para investigações genéricas sobre pessoas, falas, opiniões e modos de expressão totalmente diversas do objeto das investigações".


"O procurador-geral da República não compactua com a utilização de investigações para servir, de forma oportunista, como palanque eleitoral precoce das eleições de 2022", escreveu.

A posição de Aras foi interpretada por pessoas próximas à investigação como um recado a Moro. Ao pedir o levantamento do sigilo, a defesa do ex-juiz alegou que a íntegra do encontro permitiria verificar que Moro não apoiou as declarações públicas de Bolsonaro de "minimizar a gravidade da pandemia", tema alheio ao objeto da investigação.

Fontes que acompanham o caso avaliam que o ex-ministro tenta usar o inquérito como palanque político e para limpar a própria imagem. As informações são do jornal O Estado de São Paulo.


Retirado de: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2020/05/17/investigadores-nao-veem-ainda-crime-de-bolsonaro.htm