terça-feira, 27 de março de 2018

Brasil liberou R$ 2,2 bi para metrôs da Odebrecht na Venezuela; após 10 anos, obras estão pela metade



Depois de oito anos de trabalho e pelo menos três de atraso, no dia 4 de novembro de 2015 foram inauguradas as duas primeiras de nove estações previstas da linha 5 do metrô de Caracas, na Venezuela. "Missão cumprida, obra maravilhosa", afirmou na cerimônia de entrega o ditador presidente Nicolás Maduro, sobre o projeto que começou com seu antecessor, Hugo Chávez.



Entretanto, passados dez anos do início das construções tocadas pela empreiteira brasileira Odebrecht com financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o trecho de 1,5 km entre as estações Bello Monte e Zona Rental (que faz a ligação com outras linhas do metrô na capital venezuelana) é o único em funcionamento até hoje. Faltam 7,5 km e seis estações, apenas considerando esta linha.

O Brasil pagou à Odebrecht o equivalente a R$ 2,279 bilhões --ou US$ 690,725 milhões no câmbio desta quinta-feira (22)-- referentes a dois empréstimos tomados pelo governo da Venezuela junto ao BNDES, para as obras de expansão do metrô da capital, tocadas por um consórcio liderado pela construtora brasileira.

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