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Policial Civil responderá por tentativa de homicídio após confronto com PM no RN



O policial civil Adorian Silva irá responder a inquérito por tentativa de homicídio após a troca de tiros contra o policial militar Andrey Jackson. Os dois policiais se confrontaram no último sábado (18), em um bar na Avenida Xavier da Silveira, Morro Branco, foram operados neste domingo (19) no Pronto Socorro Clovis Sarinho e o quadro de ambos é estável.


Os investigadores esperam o policial civil receber alta do hospital para ouvir a versão dele dos fatos e autuá-lo em flagrante e dar continuidade as investigações. As corregedorias de ambas as instituições foram acionadas e adiantaram que os agentes não serão afastados de suas funções pelo fato.

Adorian Silva sofreu uma hemorragia interna após os disparos no tórax e passou por cirurgias para a retirada de balas alojadas no tórax. Uma segunda cirurgia foi realizada na perna, que foi fraturada devido a um dos disparos. Já o capitão da PM foi baleado no antebraço esquerdo e outro de raspão no pescoço e também passou por cirurgias.

O Delegado Geral da Polícia Civil, José Francisco Correia Júnior, informou que o caso é isolado, entre duas pessoas que por coincidência são agentes da Segurança Pública. “Uma vez ou outra no ano que registramos uma ocorrência entre policiais. Nosso trabalho é conjunto, uma fatalidade, só nos resta lamentar a situação e graças a Deus ninguém mais se feriu”, comentou o delegado geral.

O mesmo tom foi utilizado pela Polícia Militar (PM) representada pelo assessor de imprensa, o tenente coronel Eduardo Franco, que também lamentou o ocorrido e que grande preocupação é de manter a unicidade entre as duas forças policiais do estado.

“Nós da PM lamentamos profundamente o ocorrido e acreditamos piamente nas investigações para a elucidação dos fatos, e o mais importante é afirmar a união em termos operacionais e administrativos entre as forças, que são irmãs, pois todos nós temos o mesmo objetivo e continuaremos com esta parceria com ela e todas as outras forças de segurança do Rio Grande do Norte”, informou o coronel.

E para auxiliar nas investigações, a Divisão de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) montou uma comissão especial composta por mais dois delegados para dar velocidade a apuração dos fatos. Farão parte da comissão os também delegados Roberto Andrade e Mateus Trindade, que em 10 dias irão finalizar o inquérito.

“Foram designados mais dois delegados para darmos mais velocidade e em 10 dias o inquérito deverá estar finalizado. Nós já ouvimos várias testemunhas e temos outras que serão inquiridas durante a semana. O policial civil Adorian ainda não foi ouvido, devido o seu estado de saúde”, detalhou o delegado.

Portal no Ar




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