[Notícias Recentes][6]

Brasil
Caicó
Ciência
Curioso
Entretenimento
Esporte
Mundo
Nordeste
PB
Política
RN
Saúde
Seridó
Tecnologia

98% das rodovias estaduais no RN estão ruins ou em péssimas condições, aponta CNT



Na avaliação da CNT, apenas para as ações emergenciais de reconstrução e restauração das vias no RN, são necessários R$ 518,18 milhões.


A 21ª edição da Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada nesta terça-feira (7), revelou que 98% das rodovias estaduais no Rio Grande do Norte foram avaliadas como ruins ou péssimas. 2% foram consideradas “regular”. Não houve nenhum trecho estadual considerado “bom” ou “ótimo”. Ao todo, são 348 quilômetros de estradas estaduais que necessitam de algum tipo de manutenção.

Quando incluídas as rodovias federais, a média de percursos com alguma deficiência no Estado (classificação regular, ruim ou péssimo) cai para 53,9% (1.020 km). Enquanto que 46,1% (874 km) tiveram classificação ótimo ou bom.

O estado geral inclui a avaliação conjunta do pavimento, da sinalização e da geometria da via. A pesquisa da Confederação Nacional do Transporte percorreu 1.894 km no Estado. Em todo o Brasil, foram 105.814 km analisados.

Investimentos necessários

No RN, o acréscimo do custo operacional devido às condições do pavimento chega a 28,0% no transporte rodoviário. Na avaliação da CNT, apenas para as ações emergenciais de reconstrução e restauração das vias, com a implementação de sinalização adequada, estima-se que são necessários R$ 518,18 milhões. Já para a manutenção dos trechos classificados como desgastados, o custo estimado é de R$ 259,34 milhões.

Pavimento

No pavimento, são consideradas as condições da superfície da pista principal e do acostamento. A pesquisa classificou o pavimento como regular, ruim ou péssimo em 51,9% da extensão avaliada no Rio Grande do Norte, enquanto que 48,1% foram considerados ótimo ou bom; 44,5% da extensão pesquisada apresentam a superfície do pavimento desgastada.


Sinalização

Nessa variável, são observadas a presença, a visibilidade e a legibilidade de placas ao longo das rodovias, além da situação das faixas centrais e laterais. O estudo apontou que há problemas de sinalização em 45,9% da extensão avaliada (classificação regular, ruim ou péssimo). Em 54,1%, o estado foi classificado como ótimo ou bom. Ao analisar os trechos onde foi possível a identificação visual de placas, 21,5% apresentaram placas desgastadas ou totalmente ilegíveis.

Geometria da via

O tipo de rodovia (pista simples ou dupla) e a presença de faixa adicional de subida (3ª faixa), de pontes, de viadutos, de curvas perigosas e de acostamento estão incluídos na variável geometria da via. A pesquisa constatou que 82,4% da extensão pesquisada não tem condições satisfatórias de geometria; 17,6% tiveram classificação ótimo ou bom nesse aspecto. O Estado tem 92,2% da extensão das rodovias avaliadas de pista simples de mão dupla.

Pontos críticos

A pesquisa identificou, ainda, 18 trechos com buracos grandes e cinco com erosões na pista que colocam em risco o condutor ao trafegar pelas rodovias dessa Unidade da Federação.




Curta nossa Página


Start typing and press Enter to search