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SUL-AMERICANA: Time misto do Flamengo é eliminado por time Chileno em Cariacica

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A fixação do Flamengo no Brasileiro cobrou seu preço. Foram quatro jogos na Sul-Americana, três deles com equipe bastante alterada - para descansar e rodar o elenco. Mas não foi o bastante para manter a vantagem e passar pelo Palestino. A eliminação nesta quarta-feira, com derrota de 2 a 1 em Cariacica - depois de vencer em Santiago por 1 a 0 - não só tirou a invencibilidade de sete partidas no Kleber Andrade como aumentou o jejum em mata-mata contra adversários sul-americanos. Desde que eliminou o Independiente em 2001, nas quartas de final da Mercosul, que o Rubro-Negro não consegue superar um time da América do Sul. Só passou pelo Real Potosí em 2012 na pré-Libertadores.

Um time a 120 km/h e outro devagar, quase parando. Os primeiros 45 minutos do Flamengo contra o Palestino eram o retrato de uma equipe concentrada e dedicada contra outro time que parecia se poupar em campo para o confronto de sábado no Brasileiro. Não foi uma nem duas vezes que os chilenos, de técnica limitada, perdiam a bola e a recuperavam em instantes, pressionando Alan Patrick, Marcelo Cirino e outros jogadores do Flamengo. Houve uma arrancada de Cirino, outra tentativa de Fernandinho pelo time carioca. No mais, só deu Palestino. A ponto de ter quase 70% de posse de bola no fim da primeira etapa. Foram seis finalizações contra nenhuma do Flamengo. Aos 32, Mazurek driblou e foi derrubado por Rafael Vaz. No rebote da cobrança de falta de Valencia na trave, Cereceda marcou. O ritmo do Palestino não diminuiu. E o Flamengo parecia atônito. Após cobrança de falta ruim de Chiquinho, Valencia carregou a bola, chutou fraco e Muralha aceitou: 2 a 0.

SEGUNDO TEMPO
Aos 11, Zé Ricardo substituiu Cuéllar e escalou Mancuello. Quatro minutos depois, Sheik entrou no lugar de Marcelo Cirino. O Flamengo, claro, foi para cima. Guerrero perdeu boa chance aos 10, ao girar em cima da marcação, mas ser travado por Vidal. Na primeira bola que pegou, Sheik quase diminuiu ao finalizar de esquerda. A pressão era grande. Alan Patrick colocou ótima bola para Pará, que foi derrubado. De pênalti, ele diminuiu. Felipe Vizeu substituiu Guerrero e o Flamengo continuou em cima dos chilenos, que se defendiam a todo custo, mas tentavam sair no contra-ataque. Aos 40, a pressão do rubro-negro já era bem menor e Valencia quase aumentou, chutando na trave. Aos 45, o time chileno perdeu chance inacreditável, com Mazurek chutando para fora.

Veja como foi



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