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Sindivarejo Caicó e Fecomércio RN apresentarão pesquisa sobre perfil do público e impacto econômico da Festa de Sant’Ana

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Os empresários e a sociedade de Caicó vão conhecer, na próxima terça-feira (30), detalhes do público frequentador e o impacto socioeconômico da Festa de Sant’Ana no município. O tradicional evento religioso acontece no final do mês de julho e foi objeto de estudo do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (IPDC/Fecomércio RN). O resumo dos dados e a íntegra do relatório da pesquisa serão apresentados pelo presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, aos diretores do Sindicato do Comércio Varejista da cidade e empresários, a partir das 18h30, na sede da Casa do Empresário de Caicó.

O levantamento do IPDC teve como objetivo conhecer o público participante da Festa de Sant’Ana de Caicó e avaliar a percepção das pessoas diante do evento. Questionamentos sobre o perfil (origem, sexo, idade, etc.) e as razões que as levaram a participar da festa da padroeira da cidade, bem como informações sobre gastos com hospedagem (no caso dos turistas), alimentação e compras, além da mensuração do grau de satisfação com os serviços públicos utilizados durante o evento nortearam a pesquisa.

“Conhecer o perfil de público de um evento de grande porte como a Festa de Sant’Ana em Caicó é fundamental para balizar as ações do setor privado e do setor público, com vistas a potencializar ainda mais a festa como atrativo turístico e de negócios. A pesquisa do IPDC da Fecomércio RN vai ajudar os empresários locais a identificarem o público presente e melhorar os serviços já oferecidos”, comentou o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.

As entrevistas foram realizadas em pontos de circulação e concentração do público alvo. Foram entrevistadas 500 pessoas, conforme critérios estatísticos de pesquisa, entre os dias 28 e 30 de julho de 2016. O evento que acontece há mais de 260 anos e se tornou Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional atraiu potiguares, como também cidadãos da Paraíba, Ceará, São Paulo e Minas Gerais.


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