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Governo vai revisar todos os contratos de mão de obra terceirizada do RN

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Serão analisados 110 contratos em 29 secretarias e órgãos. Custo da mão de obra terceirizada é de aproximadamente R$ 5,2 milhões por mês. Ao todo, 5.257 funcionários prestam serviço terceirizado para o Governo.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças, iniciou nesta quinta-feira (18) a revisão de todos os contratos firmados com empresas terceirizadas do Estado.

O trabalho envolve a análise de 110 contratos em 29 secretarias e órgãos. O custo da mão de obra terceirizada para o Estado é de aproximadamente R$ 5,2 milhões por mês. Ao todo, 5.257 funcionários prestam serviço terceirizado para o Governo.

A empresa Pricewaterhousecooper Auditores Independentes (PWC), que venceu licitação, será responsável pelo apoio técnico durante a execução da auditoria. A PWC tem seis meses para concluir o trabalho. A iniciativa é inédita na história do Rio Grande do Norte e conta com recursos do tesouro estadual através do financiamento do Banco Mundial/RN Sustentável.

A auditoria nos contratos terceirizados é mais uma medida tomada pelo Governo para reduzir custos e tornar a máquina mais eficiente. O sócio da PWC José Vital afirmou que a expectativa é atender os anseios do Governo. “Toda auditoria é uma forma de governança. Estamos confiantes de que iremos atender a expectativa e contribuir com a gestão do Governo do Rio Grande do Norte”, afirmou.

O secretário de Estado do Planejamento e das Finanças Gustavo Nogueira ressaltou a importância da análise dos contratos para o reequilíbrio das contas públicas do Governo. “Essa é mais uma etapa, cumprindo determinação do governador Robinson Faria, para recolocar o Rio Grande do Norte no caminho do equilíbrio fiscal. Com o projeto Governança Inovadora em curso e depois de concluídos o censo previdenciário, a auditoria na folha, além das constantes reduções no custeio, esperamos que a auditoria nos contratos terceirizados também contribua com a nossa gestão. Queremos saber se existem falhas nesses contratos. Havendo, vamos corrigi-las. O Governo está absolutamente confiante em mais esse passo em direção à eficiência do Estado”, afirmou.
(Fonte: ASCOM/SEPLAN)



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